João Dumans
Brasil, 2023, 80′
Por meio de uma série de encontros imprevisíveis, uma atriz fala sobre a sua experiência com a arte e a loucura. Dividido em sete atos, o filme é ao mesmo tempo o retrato de uma mulher e um estudo sobre as possibilidades desse retrato.Prêmio de Melhor Filme na Mostra Aurora da 26a Mostra de Tiradentes.
Direção: JOÃO DUMANS
Empresa Produtora: KATÁSIA FILMES
Produtora Associada: ERRANTE, FRAMES, TROTOAR, VENTURA
Argumento, Roteiro e Proposições Cênicas: JOÃO DUMANS, VIVIANE DE CASSIA FERREIRA
Produção Executiva: LAURA GODOY
Assistente de Direção: RAFAEL DOS SANTOS ROCHA
Direção de Fotografia: JOÃO DUMANS
Figurino: VIVIANE DE CASSIA FERREIRA
Som Direto: RAFAEL DOS SANTOS ROCHA
Edição e Mixagem de Som: O GRIVO
Trilha Sonora Original: FRANCISCO CESAR, BERNARDO CALDEIRA, THIAGO DELEGADO, CAMILA ROCHA, PAULO FRÓIS, SEBASTIÃO TAPAJÓS, PEDRO DOS SANTOS
Montagem: LUIZ PRETTI
Finalização de Imagem: LEONARDO FELICIANO
Elenco: VIVIANE DE CASSIA FERREIRA, LEANDRO ACÁCIO, DOUGLAS KLINGER
PRÊMIOS
Melhor Filme da Mostra Aurora | 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2023)
PRINCIPAIS FESTIVAIS
26ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2023)
27º forumdoc.bh.2023 – Festival do Filme Documentário e Etnográfico (2023)

João Dumans é roteirista e diretor de cinema. “Arábia”, seu primeiro longa-metragem, co-dirigido com Affonso Uchoa, foi escolhido o Melhor Filme no 50º Festival de Brasília, além de ter sido exibido e premiado em inúmeros festivais ao redor do mundo. Dirigiu o média-metragem “Todo Mundo tem sua Cachaça” e trabalhou como assistente de direção, roteirista e/ou montador em filmes como “Os Residentes”, “A Cidade onde Envelheço”, “Os Sonâmbulos” e “Sete anos em Maio”. Trabalhou também como pesquisador e consultor de roteiro em longas como “Joaquim”, “A Fera na Selva”, “Canção ao Longe” e “Orson Welles em Ouro Preto”, esses três últimos em fase de produção.
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