Clarissa Campolina e Sérgio Borges
Brasil, 2024, 85′
Dora atravessa uma paisagem devastada pela mineração, em busca de uma terra perdida sonhada por ela e por sua mãe. Guiada por um misterioso cachorro, ela encontra refúgio em uma vila de trabalhadores de uma fábrica abandonada, que vivem em coletividade e lembram o lar que ela tanto procura.
Direção:
CLARISSA CAMPOLINA, SÉRGIO BORGES
Roteiro:
CLARISSA CAMPOLINA, RODRIGO OLIVEIRA
Argumento:
ADRIANO GUIMARÃES, EMANUEL ARAGÃO
Empresa Produtora:
ANAVILHANA
Produção:
LUANA MELGAÇO
Produção Executiva:
LUANA MELGAÇO, MARIANA DE MELO
Assistente de Direção:
PAULA SANTOS
Direção de Fotografia:
IVO LOPES ARAÚJO
Direção de Arte:
THAIS DE CAMPOS
Figurino e Caracterização:
MARINA SANDIM
Direção de Produção:
LUNA GOMIDES
Montagem:
LUIZ PRETTI
Colorista:
LUCAS CAMPOLINA
Som Direto:
GUSTAVO FIORAVANTE
Trilha Sonora Original:
AJÍTENÀ MARCO SCARASSATTI, DJALMA CORREIA
Desenho de Som:
PABLO LAMAR
Produção de Elenco:
CRISTIANO ARAUJO, SARA PINHEIRO
Preparação de Elenco:
RENAN ROVIDA, MARIA TEREZA URIAS
Elenco:
SINARA TELES, CARLOS FRANCISCO, TONY STARK, GUARDA DE MOÇAMBIQUE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO E SANTA EFIGÊNIA DE OURO PRETO, HÉLIO RICARDO, ANDRÉIA QUARESMA, ELBA ROCHA, RAFAEL BOTERO, DOCY MOREIRA, KELLY CRIFER, AMORA FERREIRA GIORNI, LENINE MARTINS.
PRINCIPAIS PRÊMIOS
Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Edição de Som, Melhor Montagem | Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2024);
Melhor Filme Nacional | FANTASPOA (2025)
Melhor Filme Internacional | International Film Festival Innsbruck (2025)
Melhor Filme, Melhor Direção | Festival Internacional del Cine de Cuenca (2025)
PRINCIPAIS FESTIVAIS
Festival de Cinema de Chicago (2024);
Mostra de Cinema de Tiradentes (2025);
Festival Internacional de Cinema de Roterdã (2025);
XX Panorama Coisa de Cinema (2025);
Festival de Cinema de Munique (2025);
Mostra de Cinema de Ouro Preto (2025);
Festival Internacional de Cinema de Lima (2025).

Clarissa Campolina atua como diretora, roteirista, editora, produtora e professora. Seu longa-metragem de estreia, Girimunho (2011), foi premiado no Festival de Veneza, e também exibido no TIFF, San Sebastian, e em mais de 50 festivais. Seus curta-metragens e outros longas – Enquanto Estamos Aqui (2019) e Canção ao Longe (2022) – também foram exibidos em festivais de cinemas prestigiados ao redor do mundo, esses como, Rotterdam, Locarno, BAFICI, Marrakech, RIDM, Art of the Real. Em 2015, DAAD – Kunstelerprogramm realizou uma retrospectiva de seu trabalho no Arsenal Cinema (Berlim, Alemanha). Em 2017, foi selecionada para residência artística no programa MacDowell Colony Residency, New Hampshire, EUA.

Sérgio Borges trabalha como diretor, roteirista e produtor. Os seus filmes foram exibidos e premiados em diversos festivais como: Rotterdam, Locarno, San Sebastian, BAFICI, FID Marseille, Leipzig, Indie Lisboa, Havana, Brasília, Rio de Janeiro, Tiradentes, entre outros. O Céu Sobre os Ombros (2010) teve sua estreia internacional na competição Tiger Awards em Rotterdam. Ganhou prêmios no 43º Festival de Brasília – Melhor Filme, Direção, Montagem, Roteiro e Prêmio Especial do Júri (Elenco), e Melhor Filme no 29º IFF Uruguai, entre outros. Lutar, Lutar, Lutar (2021) estreou em Rotterdam e foi o documentário mais assistido dos cinemas brasileiros em 2021. Foi exibido na ESPN e está disponível no Mubi Brasil e Star+. A Torre (2019) estreou no IFF Rio de Janeiro, foi lançado nos cinemas comerciais brasileiros.
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