João Borges
Brasil, 2025, 76′
Carmem decide embarcar em uma nova vida ao lado de Ramirez, um cigano da etnia Calon. As diferenças culturais que os cercam revelam-se como um espelho, no qual Carmem, confrontada pelo desconhecido, mergulha em uma jornada de autodescoberta e do universo à sua volta.
Direção:
JOÃO BORGES
Roteiro:
JOÃO BORGES, CHRISTIANE DE TASSIS
Empresa Produtora:
YARA FILMES
Distribuição:
EMBAÚBA FILMES
Produção Executiva:
CAROLINA GONTIJO
Assistência de Direção:
NATHALIA GOMES
Direção de Fotografia:
LUCAS BARBI
Direção de Arte:
RYAN BERNARDES, BRENO HENRIQUE
Figurino:
KARINE ASSIS
Montagem:
LUIZ RETTI, FABIAN REMY
Som Direto:
GUSTAVO FIORAVANTE
Desenho de Som:
LUCAS MIRANDA (OSCILLOID)
Trilha Sonora Original:
AYRAN NICODEMO
Pós-produção de Imagem e Som: ISLOTEPOST.
Elenco:
EDUARDA FERNANDES, DOCY MOREIRA, RAMON BRANT, CAMILA MORENO DA LUZ, BIBI ARÊAS, CASSIANO PIRES SOARES, ROBSON RODRIGUES SOARES
PRINCIPAIS PRÊMIOS
Melhor Direção – Festival do Rio (Brasil, 2025)
Menção Honrosa de Melhor Atriz (Docy Moreira) – Festival do Rio (Brasil, 2025)
PRINCIPAIS FESTIVAIS
Festival do Rio (Brasil 2025)

João Borges é cineasta e roteirista nascido em Belo Horizonte. Seu trabalho parte do encontro entre documentário e ficção, combinando pesquisa de campo, potência humana e experimentação formal para tensionar as fronteiras entre realidade e invenção. Sua obra já foi exibida e premiada em festivais no Brasil e no exterior.
Seu primeiro curta, Cajaíba (2011), circulou por importantes festivais, recebeu menção honrosa no Festival Lume de Cinema e foi exibido no Canal Brasil. Com Tigre (2013), exibido na Mostra de Tiradentes e na Semana dos Realizadores, conquistou menção honrosa no Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro e foi indicado pela Academia Brasileira de Cinema a melhor curta-metragem do ano.
Em 2015, realizou o experimental Moto-perpétuo, contemplado com o Prêmio de Estímulo ao Cinema da Fundação Clóvis Salgado, exibido no FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e no Festival Mondial des Cinémas Sauvages, na Bélgica. Seu filme Kappa Crucis (2016) teve estreia mundial na competição do Visions du Réel, na Suíça, e recebeu o prêmio de melhor fotografia na Mostra SESC de Cinema e o prêmio de melhor filme pelo júri popular no Kinofórum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo.
Seu primeiro longa, Rua Guaicurus (2019), estreou na competição do DOK Leipzig, na Alemanha, e foi exibido em festivais como FórumDoc, Panorama Coisa de Cinema, Cine Esquema Novo e Mix Brasil. Em 2022, Adeus, Calon estreou no Festival de Guadalajara, onde venceu o prêmio de melhor curta ibero-americano.
Seu segundo longa-metragem, Espelho Cigano (2025), teve première no Festival do Rio, onde recebeu o prêmio de Melhor Direção e menção honrosa de Melhor Atriz Coadjuvante.
João desenvolve projetos que aproximam cinema, território e memória, com interesse especial em narrativas comunitárias, experiências de fronteira com interseções poéticas do real.
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