Miguel Antunes Ramos
Brasil, 2025, 85′
Duas crianças pregadoras buscam um caminho para uma vida melhor por meio da fé. Daniel Pentecoste, 17, foi o pregador infantil mais famoso do Brasil, mas conforme cresce enfrenta a frustração de um futuro incerto. João Vitor, 12, está no auge, com um milhão de seguidores. Entre lives e smartphones, prega para multidões. O filme revela as infâncias escondidas sob a construção de duas figuras públicas, oferecendo uma reflexão sobre um Brasil em transformação, em que política e religião frequentemente se confundem. Um ciclo se encerra e outro começa, em um país que já não é mais o mesmo.
Diretor:
MIGUEL ANTUNES RAMOS
Roteirista:
ALICE RIFF, MIGUEL ANTUNES RAMOS
Empresa Produtora:
CORISCO FILMES
Coprodução:
INTROPÍAMEDIA
Distribuição:
EMBAÚBA FILMES
Produtor:
NICHOLAS BERNSTEIN
Coprodutor:
SERRANA ANDERSSON-TORRES, MAJA ANDERSSON
Pesquisa:
FELIPE NEVES
Direção de Fotografia:
ALICE ANDRADE DRUMMOND, LÉO BITTENCOURT
Montagem:
YURI AMARAL
Som Direto:
JONATHAN MACÍAS, TOMÁS FRANCO, RAFAEL VERÍSSIMO
Desenho de Som:
FERNANDO HENNA
Trilha Sonora Original:
ARTHUR DECLOET, KIKO DINUCCI
Elenco:
DANIEL PENTECOSTES, JOÃO VITOR OTA
Melhor Montagem | Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba (Brasil, 2025)
Seleção Oficial | CineBH – International Film Festival (Brasil, 2025)
Seleção Oficial | Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Brasil, 2025)
Forumdoc BH (Brasil, 2025)
Festival de Brasília (Brasil, 2025)
Solothurn Film Festival (Suíça, 2026)
Docpoint Tallinn (2026)
Málaga (2026)
Bafici (2026)
Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay (2026)

Cineasta brasileiro cujo trabalho explora a transformação de paisagens urbanas e a persistência da violência histórica. É formado em audiovisual pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA–USP). Realizou, entre outros, os curtas-metragens “Um, Dois, Três, Vulcão” (2012), “Salomão” (2013), “E” (2014), “A Era de Ouro” (2014), “O Castelo” (2015) e “Comissão de Vendas” (2016), apresentados em festivais como os de Roterdã, Toulouse e Oberhausen e premiados em diversos festivais no Brasil. O documentário “Banco Imobiliário” (2016) marcou a estreia de Ramos na direção de longas-metragens e foi exibido na 40ª Mostra. Assinou ainda a direção do longa “A Flecha e a Farda” (2020).
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