João Borges
Brasil, 2019, 75′
A rua Guaicurus é uma das maiores zonas de prostituição do Brasil, localizada no centro da cidade de Belo Horizonte, desde os anos 50. Atualmente funcionam mais de 25 hotéis na região, com aproximadamente três mil trabalhadoras do sexo. O filme vai revelar este enorme complexo de prostituição por meio de situações que eclodem das relações entre suas personagens.
Produção: Yara Produções
Distribuição: Embaúba Filmes
Tradução e legendas: Frames
Captação de recursos: Formata Cultura
Direção: João Borges
Roteiro: João Borges
Produção executiva: Mariana Andrade
Direção de fotografia: Lucas Barbi
Direção de arte: Mol Thais
Edição: Fabian Remy
Direção de som: Victor Brandão
Sound Design: Lucas Oscilloid
Design: Fred Paulino
Assistência de direção: Mariana Andrade e Thais Mol
Pesquisa: Christiane Tassis e João Borges
Direção de produção: Thiago Landi
Assistência de produção adicional: Luna Gomides
Gestão financeira: Diana Gebrim e Roberta Abreu
Finalização: Lucas Barbi
Atrizes: Ariadina Paulino
Elizabeth Miguel
Shirley Santos
Ator: Carlos Francisco
Festivais
– Festival de Brasília – Mostra Futuro Brasil – 2018 (como work in progress)
– DOK Leipzig – Alemanha – Premiere mundial- Mostra competitiva – 2019 (premiere mundial);
– CineEsquema Novo – Porto Alegre – Mostra competitiva – 2019;
– Panorama Coisa de Cinema – Salvador – Mostra competitiva – 2019;
– MixBrasil – São Paulo – 2019;
– Mostra SESC de Cinema – Paraty – 2019;
– FórumDoc – Belo Horizonte – 2019;
– Projeto Territórios Populares UFMG – Belo Horizonte – 2019;
– Hotel Magnifico – Belo Horizonte – 2019.
– Mostra CineBH – Belo Horizonte – 2020;
– Mostra em casa Cine104 – 2020.
– 1o Festival Satyricine Bijou – 2021
PRÊMIOS – NO 1o FESTIVAL SATYRICINE BIJOU
Melhor Direção – João Borges
Revelação de Intérprete – Elizabeth Miguel

João Borges é cineasta e roteirista nascido em Belo Horizonte. Seu trabalho parte do encontro entre documentário e ficção, combinando pesquisa de campo, potência humana e experimentação formal para tensionar as fronteiras entre realidade e invenção. Sua obra já foi exibida e premiada em festivais no Brasil e no exterior.
Seu primeiro curta, Cajaíba (2011), circulou por importantes festivais, recebeu menção honrosa no Festival Lume de Cinema e foi exibido no Canal Brasil. Com Tigre (2013), exibido na Mostra de Tiradentes e na Semana dos Realizadores, conquistou menção honrosa no Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro e foi indicado pela Academia Brasileira de Cinema a melhor curta-metragem do ano.
Em 2015, realizou o experimental Moto-perpétuo, contemplado com o Prêmio de Estímulo ao Cinema da Fundação Clóvis Salgado, exibido no FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e no Festival Mondial des Cinémas Sauvages, na Bélgica. Seu filme Kappa Crucis (2016) teve estreia mundial na competição do Visions du Réel, na Suíça, e recebeu o prêmio de melhor fotografia na Mostra SESC de Cinema e o prêmio de melhor filme pelo júri popular no Kinofórum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo.
Seu primeiro longa, Rua Guaicurus (2019), estreou na competição do DOK Leipzig, na Alemanha, e foi exibido em festivais como FórumDoc, Panorama Coisa de Cinema, Cine Esquema Novo e Mix Brasil. Em 2022, Adeus, Calon estreou no Festival de Guadalajara, onde venceu o prêmio de melhor curta ibero-americano.
Seu segundo longa-metragem, Espelho Cigano (2025), teve première no Festival do Rio, onde recebeu o prêmio de Melhor Direção e menção honrosa de Melhor Atriz Coadjuvante.
João desenvolve projetos que aproximam cinema, território e memória, com interesse especial em narrativas comunitárias, experiências de fronteira com interseções poéticas do real.
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