João Salaviza e Renée Nader Messora
Portugal/Brasil, 2023, 125′
Em 1940, duas crianças do povo indígena Krahô encontram na escuridão da floresta um boi perigosamente perto da sua aldeia. Era o prenúncio de um brutal massacre, perpetrado pelos fazendeiros da região. Em 1969, os filhos dos sobreviventes são coagidos a integrar uma unidade militar, durante a Ditadura brasileira. Hoje, diante de velhas e novas ameaças, os Krahô continuam a caminhar sobre a sua terra sangrada, reinventando a cada dia infinitas formas de resistência.
Produção: João Salaviza, Renée Nader Messora, Ricardo Alves Jr. e Julia Alves
Roteiro: João Salaviza, Renée Nader Messora, Ilda Patpro Krahô, Francisco Hyjnõ Krahô e Henrique Ihjãc KrahôAssistente de Direção: Ilda Patpro Krahô
Direção de fotografia: Renée Nader Messora
Som Direto: Diogo Goltara
Montagem: Edgar Feldman, João Salaviza e Renée Nader Messora
Desenho de Som: Pablo Lamar
PRINCIPAIS PRÊMIOS
Ensemble Award | 74º Festival de Cannes – Un Certain Regard (2023);
Cinevision Award | 40º Festival de Cinema de Munique (2023);
Prêmio APIMA de Melhor Filme Latino-americano | 38º Festival Internacional de Cine de Mar del Plata (2023);
Prêmio Especial do Júri | 23º RIDM – Festival Internacional de Documentários de Montreal (2023).
PRINCIPAIS FESTIVAIS
74º Festival de Cannes – Un Certain Regard (2023);
40º Festival de Cinema de Munique (2023);
38º Festival Internacional de Cine de Mar del Plata (2023);
23º RIDM – Festival Internacional de Documentários de Montreal (2023);
63º VIENNALE – Vienna International Film Festival (2023);
47º MOSTRA – Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2023);

Nascido em Lisboa em 1984. Formado na ESTC, em Lisboa, e na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Seu primeiro longa-metragem, MONTANHA, teve estreia mundial na Semana da Crítica do Festival de Veneza, em 2015. Veio na sequência de uma trilogia de curtas formada por RAFA (Berlinale Golden Bear 2012), ARENA (Palme d’Or no Festival de Cannes 2009) e CERRO NEGRO (Rotterdam em 2012). Recentemente voltou ao Festival de Berlim com os curtas ALTAS CIDADES DE OSSADAS e RUSSA (co-dirigido com Ricardo Alves Jr). CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, co-dirigido com Renée Nader Messora, é seu segundo longa-metragem.

Renée Nader Messora (1979) graduou-se em Cinematografia na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Por 15 anos, Renée trabalhou como assistente de direção em diferentes projetos no Brasil, Argentina e Portugal, incluindo MONTANHA (2015), primeiro longa-metragem do diretor João Salaviza. Ela foi diretora de fotografia do curta-metragem POHÍ, através do qual conheceu os Krahô. Desde então ela tem trabalhado com a comunidade, contribuindo para a organização de um coletivo de jovens cineastas que usam o cinema como ferramenta para fortalecer a identidade cultural e a autodeterminação do povo Krahô. Em 2017, Renée foi diretora de fotografia do curta-metragem RUSSA (2018), dirigido por Ricardo Alves Jr. e João Salaviza, que teve sua estreia mundial na Competição Oficial da Berlinale. Ainda em 2018, seu primeiro longa-metragem CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS (co-dirigido com João Salaviza) teve sua estreia mundial no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Especial do Júri – Un Certain Regard.
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